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Dez012008

Novas regras para telemarketing
Admin · 30 vistos · 2 comentários
Nov302008

Mais de 700 mil empresas são criadas por ano, aponta IBGE

Por CIRILO JUNIOR - Folha Online

 

 

O surgimento médio anual de empresas no país, entre 2000 e 2006, foi de 5,7%, baseado numa taxa de entrada de 16,9%, e de 11,2% relativa à saída no período. O país registrou a criação, em média, de 726.567 empresas por ano entre 2000 e 2006, e da extinção de outras 493.766 companhias no mesmo período, resultando em saldo de 232.800 empresas.

No último ano analisado, porém, foi verificado um grande número de empresas que deixaram de existir (664.489), que contribuíram para um saldo modesto de 46.379 empresas. Em 2001, tal saldo chegou a 499.026 empresas. Entre 2000 e 2006, o número de empresas no país pulou de 3,7 milhões para 5,1 milhões.

Os dados fazem parte do levantamento "Demografia das Empresas 2006", divulgado nesta sexta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O estudo, que se concentrou em 5,1 milhões das 5,7 milhões identificadas, revela que 30,2 milhões de pessoas estavam empregadas nessas empresas em 2006, das quais 77,2% eram assalariadas. Foram pagos R$ 324,5 bilhões em salários e outras remunerações, o correspondente a um salário médio mensal de R$ 1.072, ou 3,2 salários mínimos mensais. Em média, cada empresa empregava seis pessoas.

Cerca de 92% das empresas em questão eram de pequeno porte (microempresas), sendo que mais da metade (53,4%) pertenciam ao comércio, seguido pelas atividades imobiliárias, aluguéis e serviços prestados às empresas (12,7%) e pelas indústrias de transformação (10,3%). As grandes empresas significaram apenas 0,2% do total. Ao mesmo tempo, absorviam 32% do pessoal ocupado, 41,4% dos assalariados e eram responsáveis por 57,7% do total de salários e outras remunerações no ano.
O comércio empregou 31,5% das pessoas em 2006, seguido pela indústria de transformação (25%) e atividades imobiliárias, aluguéis e serviços prestados às empresas (13,8%).

As microempresas pagavam, em média, R$ 654 (1,9 salário mínimo mensal). Já o salário médio das grandes empresas chegava a R$ 1.494 (4,4 salários mínimos mensais), indicando diferença de 128,4%. As grandes empresas pagaram salários 39,4% acima da média nacional. Em relação à idade das empresas ativas em 2006, 40,6% eram novas (com até cinco anos), enquanto 39,2% tinham 10 anos ou mais.

Postado por: Daílson Gemaque da Silva


Admin · 18 vistos · 0 comentários
Nov302008

Meu amigo foi promovido, e agora? Veja como lidar com o novo chefe

Por Karin Sato – InfoMoney

 

 

SÃO PAULO - Vocês jogavam futebol juntos, saíam de final de semana e até reclamavam da empresa um para o outro. Um dia desses, o diretor contou a todos a notícia: seu amigo havia sido promovido e seria o novo chefe! No lugar da esperada alegria, o que sentiu foi um misto de frustração e tristeza. Primeiro, porque também esperava a promoção. Segundo, porque sabe que a relação de amizade pode mudar.

O que fazer nessas horas? De acordo com a diretora da consultoria de imagem RMML, Renata Mello, o importante é preservar o respeito. "O profissional já tem liberdade e abertura com o amigo, mas deve aprender a respeitar a hierarquia e não abusar dessa liberdade. Nem tudo poderá ser dito", diz ela.

Ciúmes e ressentimento


É normal que as pessoas fiquem sentidas quando um amigo é promovido. "Rola um ciúme, mas o profissional deve entender que, às vezes, simplesmente ainda não chegou o seu momento. Além disso, ele deve olhar a situação como uma oportunidade", garante Renata.

Ela explica: "É preferível que um amigo tenha se tornado seu chefe do que se a empresa contratasse alguém de fora. O amigo, que já conhece seu trabalho, personalidade e história de vida, poderá jogar a seu favor e batalhar por seu crescimento profissional. Já uma pessoa de fora poderia não gostar de você e, como de fato costuma acontecer, aos poucos substituir os membros da equipe por profissionais nos quais confie. Isso significa que todos correriam risco de demissão".

Outro ponto positivo desse cenário é que, graças ao grau de abertura, o amigo será franco e, algumas vezes, até mais crítico com você, o que é ótimo para seu desenvolvimento. Nem todos os chefes são transparentes e feedback é essencial para uma carreira bem-sucedida.

O melhor a fazer é apostar na parceria com o amigo e ajudá-lo na nova empreitada. Coloque-se no lugar dele e perceberá o quanto uma promoção pode ser assustadora. Junto com ela, vem o aumento de responsabilidades e a cobrança maior por resultados. Talvez seu amigo esteja precisando de você mais do que nunca. Renata acrescenta que, dentro do possível, é importante aplaudi-lo pelo crescimento na carreira.

Comporte-se!


Não é porque seu chefe é seu amigo que você poderá chegar atrasado e sequer ligar para avisar. Segundo a diretora da RMML, o pensamento "ele é meu amigo, sabe dos problemas que tenho" está equivocado. "A questão é que o promovido precisa responder à promoção com resultados".

É preciso lembrar também que existe lugar para tudo. Não há problema em chamar o gerente de "perna de pau" ou "cabeção" no jogo de futebol. "Porém, às vezes, as pessoas se esquecem de que estão no ambiente de trabalho e chamam o chefe por apelidos na frente de todos. Não pode".

O que pode colocar a amizade em risco é justamente a dificuldade de respeitar a nova posição do amigo. Se surgirem divergências, converse com ele em um lugar separado. "Não pode ter platéia", avisa Renata. "Saiba conviver, lide com as diferenças e se coloque no lugar do próximo", finaliza. Com essas dicas, você só terá a ganhar!

 

 

Fonte:http://www.administradores.com.br/noticias


Postado por: Daílson Gemaque da Silva

 

 


Admin · 20 vistos · 0 comentários
Nov302008

Mãe de três filhos tem de provar que é mulher para mudar nome e sexo

Mãe de três filhos, a empregada doméstica Ivone Carmo da Silva, de 33 anos, finalmente conseguiu provar à Justiça brasileira que é mulher e que seu primeiro nome - Ivonei - foi registrado com erro na certidão de nascimento.

 

Ela tentou outras duas vezes mudar o documento que provocava constrangimentos em seu cotidiano desde que se entendeu por gente. Pobre e analfabeta, ela conta que a tarefa parecia sempre tão difícil que ela desistiu. Desta vez, só foi possível graças à percepção de um pastor evangélico e à ajuda de um casal de advogados que aceitou interceder por ela à Justiça sem cobrar pelo serviço. 

 

Ivone, que completará 34 anos no próximo dia 16 de dezembro, só agora vai poder mudar seu nome para Ivone e, com a retificação da informação sobre sexo na certidão, solicitar título de eleitor, inscrição no CPF e carteira de trabalho.

Com os documentos em mão, ela vai voltar a solicitar novamente a inclusão de seu nome no Bolsa-Família. Em 2003, quando ainda morava no Recife, ela conseguiu o cartão, mas, sem documentos, não podia retirar o dinheiro.

 

"A assistente social me falou: 'você não tem CPF, você não é ninguém." Agora com a possibilidade de votar e de ter conta bancária, Ivone também planeja oficializar sua união com o metalúrgico Cícero Gomes da Silva, com quem vive há 11 anos. Ela, que nunca freqüentou escola, pretende também iniciar um curso supletivo.

 

A vida de Ivone mudou em 25 de novembro, quando a juíza Iohana Frizzani Exposito, do Fórum de Itatiba, cidade localizada a 84 km de São Paulo, aceitou o pedido de retificação de seu registro civil.

"Ficou comprovado pela prova testemunhal, documental e pericial que a requerente é do sexo feminino, apesar de constar em seu registro de nascimento que é do sexo masculino", diz a sentença.  

 

Embora a juíza tenha constatado na primeira audiência que Ivone é mulher, o Ministério Público de Itatiba decidiu, por prudência, pedir provas. A doméstica teve de submeter-se a exame clínico no Sistema Único de Saúde (SUS).

 

O médico constatou que Ivone "possui órgão genital compatível com o sexo feminino, mamas desenvolvidas e cicatriz de parto normal." A doméstica diz que passar pelo exame foi constrangedor, mas considerou natural. "A gente fica só um pouco nervosa", afirmou.

Ivonei não conseguiu descobrir como foi que o erro surgiu quando seu pai a registrou no cartório de São João do Meriti, no Rio de Janeiro, há 34 anos. O marido dela, Cícero, supõe que o sogro tenha confundido a palavra 'feminino' com 'masculino'.

"Ele também era analfabeto e pode ser que tenha confundido ou a pessoa do cartório confundiu", afirmou. Para a advogada Elizabete Peixoto, o funcionário do cartório pode ter errado ao supor tratar-se de um menino a partir do nome sugerido pelo pai.

 

Ao completar 18 anos, Ivone tentou mudar o registro para retirar a carteira de trabalho e desistiu porque o documento não batia. "Não sabia direito como fazer, não tinha orientação de ninguém", contou ela.

 

Há quatro anos em São Paulo, Ivone pediu que familiares retificassem o registro, mas os funcionários exigiram sua presença em São João do Meriti. "Minha sogra mora no Rio e tentou resolver, mas tinha que entrar com ação judicial", conta Cícero.

Outro choque com a realidade ocorreu quando Cícero tentou oficializar a união dos dois. "A moça disse que no Brasil não existe casamento de homem com homem", afirmou. 

 

Ivone conta que embora a certidão de nascimento aponte sexo masculino ela não teve problemas para receber atendimento médico em maternidades públicas ao dar à luz os três filhos. O nome da mãe, no entanto, aparece como Ivone na certidão de nascimento dos filhos, que também terão de ser retificadas. 

Evangélicos, Ivone e Cícero freqüentavam a Igreja Cristo Pentecostal no Brasil, que orienta os fiéis a regularizarem sua situação civil. O pastor Pedro Márcio da Silva notava que a família visitava a igreja e depois sumia por algumas semanas. Questionados sobre o motivo do distanciamento, eles contaram o problema.

 

"Eles quiseram entrar em comunhão, mas para ser membro da igreja tem de ser casado legalmente. Eles não podiam porque não tinham o documento", disse o presidente da igreja na região de Campinas, Paulo Galvão.

 

Galvão mobilizou o casal de advogados Luiz Peixoto e Elizabete Gomes dos Santos Peixoto, que entraram na Justiça em 26 de fevereiro de 2008 com o pedido de retificação. Moradora na periferia de Itatiba e sem condições de pagar os honorários, Ivone teve atendimento gratuito. O processo demorou nove meses. "Estou nascendo agora", disse ela.


É INCRÍVEL COMO A BUROCRACIA É "CEGA" OU SE FAZ DE TAL, ELA QUANDO LEVADA AO EXTREMO CAUSA ESSES TIPOS DE CONSTRAGIMENTO E PERCA DE TEMPO. HÁ MUITO O QUE MELHORAR, MAS LEVANDO PARA O LADO DA ADMINISTRAÇÃO, QUANTO MAIS RÁPIDO FOR A INFORMAÇÃO MAIS EFICAZ E EFICIENTE SERÁ AS TOMADAS DE DECISÕES.

POSTADO POR ALFREDO MOREIRA LIMA NETO

Admin · 23 vistos · 0 comentários
Nov292008

Remessas de brasileiros no exterior aumentam em 50%
BBC Brasil

 

Os brasileiros residentes no exterior aproveitaram o mês de outubro para remeter um volume de dólares acima da média ao Brasil. De acordo com dados do Banco Central, o ingresso de moeda americana por meio de remessas de residentes no exterior foi de US$ 345 milhões, número 50% superior ao registrado em setembro.

O volume oriundo dos Estados Unidos aumentou 34% e o do Japão subiu 63%. Já os ingressos de "demais países" foram 64% maiores no mês. A valorização do dólar é apontada como a principal explicação para o aumento.

A diferença no câmbio beneficia aqueles que recebem em moeda estrangeira e estimula as remessas para o Brasil, pois a conversão, em geral, passa pela moeda americana. Como o resultado da conversão é um montante maior em reais, os residentes no exterior aproveitaram para aumentar o volume de remessas.

Retorno
Mas essa não é a única razão para o maior ingresso de dólares, segundo especialistas, que apontam ainda mais duas outras prováveis explicações. "Os brasileiros estão desconfiados em relação ao sistema financeiro americano", diz Zory Muñoz, diretora da Money Express, empresa de transferência de recursos especializada em atender brasileiros que moram nos Estados Unidos.

Segundo Zory, os imigrantes brasileiros têm demonstrado receio em deixar suas economias nos Estados Unidos, com medo de que novas instituições financeiras sejam afetadas pela crise. "Por isso, muitos estão preferindo enviar suas economias para o Brasil", diz.

Segundo ela, alguns clientes já comentam sobre a possibilidade de voltar ao Brasil. A remessa dos dólares pode ser interpretada, de acordo com Zory, como um sinal de que os brasileiros estão se preparando para voltar à terra natal.

O Itamaraty confirma essa tendência. O serviço consular não tem números, mas afirma que seus postos nos Estados Unidos têm sido cada vez mais procurados por pessoas interessadas em voltar para casa.

"Além do agravamento da crise financeira, existe ainda um outro fator, que chamamos de cansaço da ilegalidade", diz uma fonte do Itamaraty. Segundo estimativa do Ministério das Relações Exteriores, cerca de 3,5 milhões de brasileiros, incluindo os ilegais, vivem em outros países. Desse total, 1,2 milhão estão nos Estados Unidos.

Queda
Dados do Banco Mundial mostram que as remessas de emigrantes para países em desenvolvimento deverão somar US$ 283 bilhões em 2008, número 6,7% maior do que o registrado em 2007. Apesar do crescimento, a tendência é desaceleração, em função da crise financeira internacional.

A previsão do Banco Mundial é de queda no total de remessas a partir de 2009, quando o volume deverá ficar 0,9% menor.

Postado por:Iago Cavalcanti Amorim

Link:

http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200811290002_BBB_77663570

 


Admin · 18 vistos · 0 comentários

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