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Visualização dos artigos postados o: 01/01/2001

Dez012008

Bola da vez: seis indícios de que você será demitido e o que fazer a respeito
SÃO PAULO - "As duas principais causas de demissão são o baixo desempenho e os problemas de relacionamento com o chefe", garante o diretor de Vendas e Operações do Monster Brasil, Rodolfo Ohl. Mas é claro que existem muitas outras causas e o lado bom dessa história é que é possível prever e se antecipar às demissões.

A InfoMoney ouviu três especialistas em Carreiras, que fizeram o levantamento dos indícios de que o profissional corre sério risco de perder o emprego e o que deve ser feito a respeito. Confira abaixo todos os seis indícios:

Mudanças estruturais e corte de funcionários

As mudanças são importantes para que as empresas se mantenham competitivas. O problema é que elas acabam envolvendo a criação de novos postos, substituição ou desligamento de alguns profissionais. "Em alguns casos, o profissional ganha com a mudança. Em outros, ela abre caminhos para que as pessoas ofereçam suas competências a outras empresas", ameniza Ohl.

Para a supervisora de Consultoria Virtual e Serviços de Apoio à Carreira da Catho Online, Gláucia Santos, em situações de demissão em massa, o profissional deve analisar qual o perfil das pessoas que estão sendo desligadas. "Analise o tempo que elas têm de empresa, se são jovens ou mais velhas, qual a formação delas, se são todas de uma mesma área, se de fato cometeram alguma falha...", recomenda.

"Se você estiver dentro do perfil, é interessante que se antecipe e já comece a procurar outro emprego. Caso se trate de uma ação estratégica da empresa, por mais que você seja competente, será demitido", diz ela.

O sócio-diretor do Grupo Bridge, Celso Braga, concorda que não há muito a fazer nesses casos. "Saia bem, deixe as coisas organizadas e se despeça das pessoas. A rede de relacionamentos pode ajudar futuramente. Além disso, mantenha-se antenado e atualizado. Há muitas vagas em posições especializadas que não estão preenchidas, mesmo em um momento de crise econômica".

Seu departamento quase sempre termina o mês no vermelho. Há tempos, ele não dá resultados positivos e a diretoria já fala em fechá-lo

"Se o problema for eficiência, você é responsável também. O que fazer? Busque alternativas de solução, envolva-se e não fique de fora. Lidere a virada, traga a equipe para junto de você, mesmo que não seja o líder da área", aconselha Braga.

Desta maneira, segundo ele, mesmo que o departamento feche, o profissional será convidado a trabalhar em outra área, graças à sua disposição. "Se for um caso de perda de projetos ou de realinhamento de um processo, precisará se apresentar como alternativa para outras áreas, mas você deve estar preparado para elas", acrescenta.

Para se preparar para outra área, faça cursos, estude, converse com as pessoas e se interesse pelos negócios da empresa.

Os conflitos com colegas, fornecedores, clientes ou até mesmo com o chefe já fazem parte do seu dia-a-dia

"As empresas são formadas por pessoas. A compreensão e o respeito da diversidade é muito importante. Sempre temos que buscar harmonia nas relações interpessoais. É um excelente exercício para alcançar altas posições nas organizações", analisa Rodolfo Ohl.

Quanto aos conflitos com o líder, ele avalia que "o chefe é um dos principais clientes de um profissional". E explica: "É ele quem vai definir quais profissionais trabalharão com ele hoje e no futuro". Por isso, o profissional deve sempre buscar um excelente relacionamento com o seu chefe.

Nunca é tarde demais para buscar o bom relacionamento com os colegas de trabalho. Em caso de conflitos, converse com as pessoas (entre quatro paredes, nunca na frente dos demais!). Se for o caso, peça desculpas, chame-as para almoçar, compareça ao happy hour e seja prestativo no dia-a-dia. Demonstre que sabe trabalhar em equipe.

Entrou um novo diretor, que veio da concorrência, e ele provavelmente irá trazer sua equipe

O líder perde muito com a atitude, pois acaba demitindo pessoas que conhecem a cultura e o histórico da empresa, bem como perde a oportunidade de formar novos talentos. Em todo caso, acontece, e muito, porque as pessoas são inseguras e acham que não irão obter os resultados esperados sem velhos conhecidos ao seu lado, que funcionam como uma espécie de blindagem.

De qualquer maneira, na opinião do sócio-diretor do Grupo Bridge, nessas situações, os melhores ficam, já que a sua visibilidade não é só local, mas no mercado. Por isso, na chegada de um novo líder, tenha em mente que precisa ser um dos melhores, entregue resultados, desenvolva sua capacidade de visão sistêmica e agregue valor para outras áreas, atendendo bem seus clientes internos.

O profissional não recebe mais nenhum projeto... Pode ser que seu desempenho esteja abaixo do esperado

Pode ser que seu desempenho esteja abaixo do esperado. Para Gláucia Santos, é importante ter a percepção de que isso está acontecendo antes que a situação se agrave.

"Questione, mas não precisa cobrar participação de tudo. Se o líder disser que não passou o trabalho porque gostaria de alocar outras pessoas para agregar mais ao projeto, tudo bem. Agora, se ele disse que é porque vê que você já está muito atarefado, quando na verdade você não está, fique atento! Mostre que tem disponibilidade e interesse e peça um feedback, para clarear o que a empresa pensa de você", diz Gláucia.

De acordo com Rodolfo Ohl, os chefes, em muito casos, verbalizam sua insatisfação em relação ao desempenho do profissional, mas, caso seu chefe não faça isso, pergunte se há algo errado.

Para quem está ciente do baixo desempenho e deseja reverter o quadro, a sugestão é fazer uma lista de todos os projetos e atividades que realizou e os resultados alcançados. "Faça uma análise sincera do que pode ser melhorado, desenvolva um plano de ação e agende uma reunião com seu superior imediato para discuti-lo. Isso demonstra proatividade", diz Ohl.

Você é inovador, tem visão dos negócios, mas, na hora de falar inglês, deixa todo mundo decepcionado. Isso se chama falta de competência técnica

"Todo profissional deve avaliar como estão suas competências técnicas", alerta o diretor de Vendas e Operações do Monster Brasil. "O profissional deve lembrar que é responsável pela sua carreira e deve reservar tempo e dinheiro para investir em seu crescimento e desenvolvimento profissional", enfatiza ele.

Não entre em pânico!

 É comum, nas situações citadas, o profissional questionar se o trabalho dele é importante para a organização. O medo da demissão parece inevitável. "É importante pôr o pé no chão. Não é demitido apenas quem comete falhas, mas também quem não se destaca. Se a equipe não demonstra confiança, não compartilha informações e trabalho, algo pode estar errado", avisa Gláucia.

Por outro lado, é essencial fugir da paranóia. "Se sua equipe precisa de você, confia em você, e seu líder te dá feedback positivo, acredite mais em você", diz ela. A questão é que, segundo Gláucia, transparecer insegurança pode prejudicar a carreira, já que o profissional coloca em questão sua competência. "O medo da demissão será um reflexo do quanto o profissional confia em si", completa ela.
 
 http://www.administradores.com.br/noticias/

Postado por: Daílson Gemaque da Silva
 

Admin · 85 vistos · 1 comentário
Dez012008

Novas regras para telemarketing
Admin · 48 vistos · 2 comentários
Nov302008

Mais de 700 mil empresas são criadas por ano, aponta IBGE

Por CIRILO JUNIOR - Folha Online

 

 

O surgimento médio anual de empresas no país, entre 2000 e 2006, foi de 5,7%, baseado numa taxa de entrada de 16,9%, e de 11,2% relativa à saída no período. O país registrou a criação, em média, de 726.567 empresas por ano entre 2000 e 2006, e da extinção de outras 493.766 companhias no mesmo período, resultando em saldo de 232.800 empresas.

No último ano analisado, porém, foi verificado um grande número de empresas que deixaram de existir (664.489), que contribuíram para um saldo modesto de 46.379 empresas. Em 2001, tal saldo chegou a 499.026 empresas. Entre 2000 e 2006, o número de empresas no país pulou de 3,7 milhões para 5,1 milhões.

Os dados fazem parte do levantamento "Demografia das Empresas 2006", divulgado nesta sexta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O estudo, que se concentrou em 5,1 milhões das 5,7 milhões identificadas, revela que 30,2 milhões de pessoas estavam empregadas nessas empresas em 2006, das quais 77,2% eram assalariadas. Foram pagos R$ 324,5 bilhões em salários e outras remunerações, o correspondente a um salário médio mensal de R$ 1.072, ou 3,2 salários mínimos mensais. Em média, cada empresa empregava seis pessoas.

Cerca de 92% das empresas em questão eram de pequeno porte (microempresas), sendo que mais da metade (53,4%) pertenciam ao comércio, seguido pelas atividades imobiliárias, aluguéis e serviços prestados às empresas (12,7%) e pelas indústrias de transformação (10,3%). As grandes empresas significaram apenas 0,2% do total. Ao mesmo tempo, absorviam 32% do pessoal ocupado, 41,4% dos assalariados e eram responsáveis por 57,7% do total de salários e outras remunerações no ano.
O comércio empregou 31,5% das pessoas em 2006, seguido pela indústria de transformação (25%) e atividades imobiliárias, aluguéis e serviços prestados às empresas (13,8%).

As microempresas pagavam, em média, R$ 654 (1,9 salário mínimo mensal). Já o salário médio das grandes empresas chegava a R$ 1.494 (4,4 salários mínimos mensais), indicando diferença de 128,4%. As grandes empresas pagaram salários 39,4% acima da média nacional. Em relação à idade das empresas ativas em 2006, 40,6% eram novas (com até cinco anos), enquanto 39,2% tinham 10 anos ou mais.

Postado por: Daílson Gemaque da Silva


Admin · 28 vistos · 0 comentários
Nov302008

Meu amigo foi promovido, e agora? Veja como lidar com o novo chefe

Por Karin Sato – InfoMoney

 

 

SÃO PAULO - Vocês jogavam futebol juntos, saíam de final de semana e até reclamavam da empresa um para o outro. Um dia desses, o diretor contou a todos a notícia: seu amigo havia sido promovido e seria o novo chefe! No lugar da esperada alegria, o que sentiu foi um misto de frustração e tristeza. Primeiro, porque também esperava a promoção. Segundo, porque sabe que a relação de amizade pode mudar.

O que fazer nessas horas? De acordo com a diretora da consultoria de imagem RMML, Renata Mello, o importante é preservar o respeito. "O profissional já tem liberdade e abertura com o amigo, mas deve aprender a respeitar a hierarquia e não abusar dessa liberdade. Nem tudo poderá ser dito", diz ela.

Ciúmes e ressentimento


É normal que as pessoas fiquem sentidas quando um amigo é promovido. "Rola um ciúme, mas o profissional deve entender que, às vezes, simplesmente ainda não chegou o seu momento. Além disso, ele deve olhar a situação como uma oportunidade", garante Renata.

Ela explica: "É preferível que um amigo tenha se tornado seu chefe do que se a empresa contratasse alguém de fora. O amigo, que já conhece seu trabalho, personalidade e história de vida, poderá jogar a seu favor e batalhar por seu crescimento profissional. Já uma pessoa de fora poderia não gostar de você e, como de fato costuma acontecer, aos poucos substituir os membros da equipe por profissionais nos quais confie. Isso significa que todos correriam risco de demissão".

Outro ponto positivo desse cenário é que, graças ao grau de abertura, o amigo será franco e, algumas vezes, até mais crítico com você, o que é ótimo para seu desenvolvimento. Nem todos os chefes são transparentes e feedback é essencial para uma carreira bem-sucedida.

O melhor a fazer é apostar na parceria com o amigo e ajudá-lo na nova empreitada. Coloque-se no lugar dele e perceberá o quanto uma promoção pode ser assustadora. Junto com ela, vem o aumento de responsabilidades e a cobrança maior por resultados. Talvez seu amigo esteja precisando de você mais do que nunca. Renata acrescenta que, dentro do possível, é importante aplaudi-lo pelo crescimento na carreira.

Comporte-se!


Não é porque seu chefe é seu amigo que você poderá chegar atrasado e sequer ligar para avisar. Segundo a diretora da RMML, o pensamento "ele é meu amigo, sabe dos problemas que tenho" está equivocado. "A questão é que o promovido precisa responder à promoção com resultados".

É preciso lembrar também que existe lugar para tudo. Não há problema em chamar o gerente de "perna de pau" ou "cabeção" no jogo de futebol. "Porém, às vezes, as pessoas se esquecem de que estão no ambiente de trabalho e chamam o chefe por apelidos na frente de todos. Não pode".

O que pode colocar a amizade em risco é justamente a dificuldade de respeitar a nova posição do amigo. Se surgirem divergências, converse com ele em um lugar separado. "Não pode ter platéia", avisa Renata. "Saiba conviver, lide com as diferenças e se coloque no lugar do próximo", finaliza. Com essas dicas, você só terá a ganhar!

 

 

Fonte:http://www.administradores.com.br/noticias


Postado por: Daílson Gemaque da Silva

 

 


Admin · 39 vistos · 0 comentários
Nov302008

Mãe de três filhos tem de provar que é mulher para mudar nome e sexo

Mãe de três filhos, a empregada doméstica Ivone Carmo da Silva, de 33 anos, finalmente conseguiu provar à Justiça brasileira que é mulher e que seu primeiro nome - Ivonei - foi registrado com erro na certidão de nascimento.

 

Ela tentou outras duas vezes mudar o documento que provocava constrangimentos em seu cotidiano desde que se entendeu por gente. Pobre e analfabeta, ela conta que a tarefa parecia sempre tão difícil que ela desistiu. Desta vez, só foi possível graças à percepção de um pastor evangélico e à ajuda de um casal de advogados que aceitou interceder por ela à Justiça sem cobrar pelo serviço. 

 

Ivone, que completará 34 anos no próximo dia 16 de dezembro, só agora vai poder mudar seu nome para Ivone e, com a retificação da informação sobre sexo na certidão, solicitar título de eleitor, inscrição no CPF e carteira de trabalho.

Com os documentos em mão, ela vai voltar a solicitar novamente a inclusão de seu nome no Bolsa-Família. Em 2003, quando ainda morava no Recife, ela conseguiu o cartão, mas, sem documentos, não podia retirar o dinheiro.

 

"A assistente social me falou: 'você não tem CPF, você não é ninguém." Agora com a possibilidade de votar e de ter conta bancária, Ivone também planeja oficializar sua união com o metalúrgico Cícero Gomes da Silva, com quem vive há 11 anos. Ela, que nunca freqüentou escola, pretende também iniciar um curso supletivo.

 

A vida de Ivone mudou em 25 de novembro, quando a juíza Iohana Frizzani Exposito, do Fórum de Itatiba, cidade localizada a 84 km de São Paulo, aceitou o pedido de retificação de seu registro civil.

"Ficou comprovado pela prova testemunhal, documental e pericial que a requerente é do sexo feminino, apesar de constar em seu registro de nascimento que é do sexo masculino", diz a sentença.  

 

Embora a juíza tenha constatado na primeira audiência que Ivone é mulher, o Ministério Público de Itatiba decidiu, por prudência, pedir provas. A doméstica teve de submeter-se a exame clínico no Sistema Único de Saúde (SUS).

 

O médico constatou que Ivone "possui órgão genital compatível com o sexo feminino, mamas desenvolvidas e cicatriz de parto normal." A doméstica diz que passar pelo exame foi constrangedor, mas considerou natural. "A gente fica só um pouco nervosa", afirmou.

Ivonei não conseguiu descobrir como foi que o erro surgiu quando seu pai a registrou no cartório de São João do Meriti, no Rio de Janeiro, há 34 anos. O marido dela, Cícero, supõe que o sogro tenha confundido a palavra 'feminino' com 'masculino'.

"Ele também era analfabeto e pode ser que tenha confundido ou a pessoa do cartório confundiu", afirmou. Para a advogada Elizabete Peixoto, o funcionário do cartório pode ter errado ao supor tratar-se de um menino a partir do nome sugerido pelo pai.

 

Ao completar 18 anos, Ivone tentou mudar o registro para retirar a carteira de trabalho e desistiu porque o documento não batia. "Não sabia direito como fazer, não tinha orientação de ninguém", contou ela.

 

Há quatro anos em São Paulo, Ivone pediu que familiares retificassem o registro, mas os funcionários exigiram sua presença em São João do Meriti. "Minha sogra mora no Rio e tentou resolver, mas tinha que entrar com ação judicial", conta Cícero.

Outro choque com a realidade ocorreu quando Cícero tentou oficializar a união dos dois. "A moça disse que no Brasil não existe casamento de homem com homem", afirmou. 

 

Ivone conta que embora a certidão de nascimento aponte sexo masculino ela não teve problemas para receber atendimento médico em maternidades públicas ao dar à luz os três filhos. O nome da mãe, no entanto, aparece como Ivone na certidão de nascimento dos filhos, que também terão de ser retificadas. 

Evangélicos, Ivone e Cícero freqüentavam a Igreja Cristo Pentecostal no Brasil, que orienta os fiéis a regularizarem sua situação civil. O pastor Pedro Márcio da Silva notava que a família visitava a igreja e depois sumia por algumas semanas. Questionados sobre o motivo do distanciamento, eles contaram o problema.

 

"Eles quiseram entrar em comunhão, mas para ser membro da igreja tem de ser casado legalmente. Eles não podiam porque não tinham o documento", disse o presidente da igreja na região de Campinas, Paulo Galvão.

 

Galvão mobilizou o casal de advogados Luiz Peixoto e Elizabete Gomes dos Santos Peixoto, que entraram na Justiça em 26 de fevereiro de 2008 com o pedido de retificação. Moradora na periferia de Itatiba e sem condições de pagar os honorários, Ivone teve atendimento gratuito. O processo demorou nove meses. "Estou nascendo agora", disse ela.


É INCRÍVEL COMO A BUROCRACIA É "CEGA" OU SE FAZ DE TAL, ELA QUANDO LEVADA AO EXTREMO CAUSA ESSES TIPOS DE CONSTRAGIMENTO E PERCA DE TEMPO. HÁ MUITO O QUE MELHORAR, MAS LEVANDO PARA O LADO DA ADMINISTRAÇÃO, QUANTO MAIS RÁPIDO FOR A INFORMAÇÃO MAIS EFICAZ E EFICIENTE SERÁ AS TOMADAS DE DECISÕES.

POSTADO POR ALFREDO MOREIRA LIMA NETO

Admin · 32 vistos · 0 comentários

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