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Dez022008

Uso de software livre pode aumentar em função da crise global

Pedro Marques, editor-assistente do IDG Now!

24-11-2008

 

Laurie Wurster, do Gartner, afirma que recessão mundial abre espaço para uso de aplicativos de código aberto nas empresas

A crise financeira que atinge a economia global pode ser "um catalisador para a adoção dos softwares de código aberto". Essa é a opinião de Laurie Wurster, pesquisadora de tecnologia e serviços do Gartner, e que recentemente concluiu um amplo estudo sobre a implementação dos softwares baseados em código aberto dentro das empresas de todo o mundo. No total, o levantamento ouviu 274 companhias distribuídas entre Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Rússia, Alemanha, China, Austrália e Índia.

Em entrevista exclusiva ao IDG Now!, a pesquisadora disse que o atual ambiente econômico exige que as empresas procurem maneiras de reduzir seus custos. E o software livre - que tem a premissa de custar nada ou muito pouco, principalmente quando comparado aos aplicativos "fechados" - é uma maneira eficiente de economizar.

Aliás, o estudo conduzido por Laurie mostra que as empresas já estão usando o código aberto, principalmente nos setores de infra-estrutura de tecnologia e para substituir sistemas operacionais. No caso, 63% das empresas consultadas disseram que estão usando sistemas operacionais abertos no lugar de sistemas fechados, principalmente o Windows. No segmento de softwares de infra-estrutura, essa porcentagem chega a 75%.

"A crise financeira acabou impulsionando a adoção do software de código aberto, assim com a bolha das empresas pontocom incentivou a adoção do Linux", disse a pesquisadora do Gartner. Segundo Laurie, "a primeira leva de adoção do código aberto começou quando a bolha de internet estourou".

Segundo ela, as corporações economizam mesmo quando precisam comprar tecnologias de código aberto. Como exemplo, ela cita o Red Hat Linux, que tem versões pagas e gratuitas. "Mesmo as versões mais sofisticadas do sistema custam mais barato [que o Windows]. No final, o custo total de propriedade acaba sendo menor", disse.

Laurie também rebateu o argumento de que é preciso ter profissionais altamente treinados - e que costumam cobrar mais caro por hora de trabalho - para adotar o software livre. "Com certeza (a adoção) não é gratuita... e algum treinamento é sempre necessário", afirmou. Ainda assim, ela acredita que "as companhias conseguem economizar bastante" com as aplicações livres.

Independência


Para Laurie, outros fatores além do econômico devem impulsionar a adoção do software livre nos próximos anos. "Muitos administradores de tecnologia se sentem desconfortáveis em ter toda sua estrutura na mão de apenas um fornecedor", disse. "Eles querem recuperar um pouco do controle", e os programas open source são um caminho para isso, no entendimento da pesquisadora.

Além da questão da independência, Laurie acredita que a entrada dos "Millenials" no mercado de trabalho ajudará a aumentar a utilização dos aplicativos abertos. "Esses jovens estão acostumados a trabalhar de uma maneira mais colaborativa, e o software livre permite esse tipo de abordagem."

 

Fonte: http://pcworld.uol.com.br/noticias/2008/11/24/uso-de-software-livre-pode-aumentar-em-funcao-da-crise-global/

  

Postado por: Daílson Gemaque da Silva


Admin · 61 vistos · 0 comentários
Dez022008

Capital humano faz a diferença na crise
Capital humano faz a diferença na crise

Vagner Jaime Rodrigues*

Não é de hoje que as empresas vêm repassando aos prestadores de serviços atividades que não fazem parte do negócio central da organização, como contabilidade, controladoria, gestão de pessoal, controle patrimonial, financeiro, gestão de terceiros, societário e tecnologia. O chamado outsourcing aperfeiçoou-se muito e se estabeleceu não somente como um redutor de custos operacionais das companhias, mas também como elemento estratégico de expansão e conquista de mercado do contratante.

Porém, isso só foi possível com a melhoria da mão-de-obra disponível no segmento
. Agora, com o quadro de recessão mundial, para continuar crescendo e conquistando confiança perante as empresas, o setor precisará que seus quadros tenham ainda mais qualificação.

O fato é que com tantas variáveis no mundo e a necessidade permanente de flexibilização por conta das repentinas mudanças econômicas que sempre existiram — e continuarão existindo —, tornou-se fundamental aos profissionais tomarem decisões rápidas e também terem capacidade de interagir bem com o público que o cerca. No segmento de outsourcing, essas atitudes são ainda mais preponderantes.

Uma prestadora de serviço deve ser capaz de tomar medidas favoráveis para uma empresa imediatamente após qualquer situação crítica, mesmo de origem externa – e muitas vezes provenientes de outros países, como esta agora. Equipes com esses atributos em prestadoras de serviço de outsourcing proporcionam facilidade de execução de ações imediatas em meio à turbulência inesperada.

O outsourcing irá ainda ser bastante decisivo às empresas na conquista de mercado. O capital humano fará a diferença da afirmação do segmento nesse novo contexto econômico internacional difícil e incerto. Os prestadores de serviço na área deverão investir no desenvolvimento desses profissionais para continuar acompanhando a expansão do País.

Atualmente, leis e regras no mercado para tornar as empresas mais transparentes e confiáveis surgiram. Elas têm e terão grande importância, neste momento, dentro das áreas financeiras e administrativas das organizações. E para os profissionais que conhecem tais medidas, a instabilidade econômica poderá ser menos tortuosa.


26/11/2008
Rodrigues, Vagner Jaime

Vagner Jaime Rodrigues - Especialista em controladoria, gestão empresarial e gestão de outsourcing; sócio da Trevisan Outsourcing e professor da Trevisan Escola de Negócios (jaime@trevisan.com.br).

Postado por: Daniel Soares Maciel

Admin · 69 vistos · 0 comentários
Dez022008

SAP Brasil cresce 83,1% em receita de software no terceiro trimestre
SAP Brasil cresce 83,1% em receita de software no terceiro trimestre

A SAP Brasil, fornecedora de aplicações de negócios, encerra o terceiro trimestre do ano com resultados muito positivos, forçando sua estratégia local de crescimento. A companhia encontrou ótimas oportunidades de negócios no último período fiscal e, mais importante, ajudou seus clientes na consolidação de suas estratégias, fortalecimento de suas marcas e priorização dos investimentos em tecnologia que geram real valor agregado.

Os destaques do terceiro trimestre na SAP Brasil foram o crescimento de 50,1% nas vendas de software e serviços relacionados e de 83,1% nas vendas de software, em comparação ao mesmo período do ano passado. A oferta de aplicativos continuou forte para grandes empresas, com aumento de 84,9% em relação ao terceiro trimestre de 2007, e também para as pequenas e médias companhias, cujas vendas cresceram 79,3%.

As áreas de BPP (Plataforma de Processos de Negócios) e de Business Users são algumas linhas de negócios que vêm ganhando destaque entre os clientes. As vendas das soluções de BPP somaram crescimento de 19,6% de janeiro a setembro deste ano quando comparado com o mesmo período no ano passado. Já a área de Business Users, que abrange soluções de business intelligence, gestão de riscos, gerenciamento de desempenho, entre outras, cresceu 28,2% no terceiro trimestre quando comparado ao mesmo trimestre em 2007, atingindo o equivalente a 21% da receita total da SAP Brasil e comprovando o sucesso da integração SAP e Business Objects. Outro destaque é a migração de empresas da base instalada para a versão 6.0 do SAP ERP – desde o início do ano, mais de 100 clientes já finalizaram a atualização.

O bom desempenho e os resultados obtidos nesse período fiscal reforçam as soluções SAP como as melhores alternativas para as empresas. “Os clientes SAP planejaram e prepararam sua estratégia de negócios com antecedência e hoje contam com uma plataforma de tecnologia pronta para atuar nos mais diversos cenários econômicos”, conta Alberto Ferreira, presidente da SAP Brasil.

Com base nesse posicionamento e portfólio completos, a SAP Brasil mantém o equilíbrio nas vendas para grandes empresas, mas também para pequenas e médias, totalizando mais de 1.500 clientes no país. “O objetivo é sempre buscar o crescimento e conquistar novos clientes, sem esquecer nossa grande base instalada, que sempre tratou a SAP como parceira estratégica. Esse é um ativo que nunca iremos perder”, conclui Ferreira.


Fonte: TV1 Comunicação e Marketing
01/12/2008
Postado por: Daniel Soares Maciel

Admin · 52 vistos · 0 comentários
Dez022008

HIV resposta inicial do corpo conteria chave para vacina
A resposta inicial do organismo à contaminação pelo HIV pode conter as respostas de que cientistas precisam para desenvolver uma vacina contra o vírus causador da aids, disse na segunda a cientista Françoise Barre-Sinoussi, premiada com o Nobel.



Admin · 75 vistos · 0 comentários
Dez012008

Bola da vez: seis indícios de que você será demitido e o que fazer a respeito
SÃO PAULO - "As duas principais causas de demissão são o baixo desempenho e os problemas de relacionamento com o chefe", garante o diretor de Vendas e Operações do Monster Brasil, Rodolfo Ohl. Mas é claro que existem muitas outras causas e o lado bom dessa história é que é possível prever e se antecipar às demissões.

A InfoMoney ouviu três especialistas em Carreiras, que fizeram o levantamento dos indícios de que o profissional corre sério risco de perder o emprego e o que deve ser feito a respeito. Confira abaixo todos os seis indícios:

Mudanças estruturais e corte de funcionários

As mudanças são importantes para que as empresas se mantenham competitivas. O problema é que elas acabam envolvendo a criação de novos postos, substituição ou desligamento de alguns profissionais. "Em alguns casos, o profissional ganha com a mudança. Em outros, ela abre caminhos para que as pessoas ofereçam suas competências a outras empresas", ameniza Ohl.

Para a supervisora de Consultoria Virtual e Serviços de Apoio à Carreira da Catho Online, Gláucia Santos, em situações de demissão em massa, o profissional deve analisar qual o perfil das pessoas que estão sendo desligadas. "Analise o tempo que elas têm de empresa, se são jovens ou mais velhas, qual a formação delas, se são todas de uma mesma área, se de fato cometeram alguma falha...", recomenda.

"Se você estiver dentro do perfil, é interessante que se antecipe e já comece a procurar outro emprego. Caso se trate de uma ação estratégica da empresa, por mais que você seja competente, será demitido", diz ela.

O sócio-diretor do Grupo Bridge, Celso Braga, concorda que não há muito a fazer nesses casos. "Saia bem, deixe as coisas organizadas e se despeça das pessoas. A rede de relacionamentos pode ajudar futuramente. Além disso, mantenha-se antenado e atualizado. Há muitas vagas em posições especializadas que não estão preenchidas, mesmo em um momento de crise econômica".

Seu departamento quase sempre termina o mês no vermelho. Há tempos, ele não dá resultados positivos e a diretoria já fala em fechá-lo

"Se o problema for eficiência, você é responsável também. O que fazer? Busque alternativas de solução, envolva-se e não fique de fora. Lidere a virada, traga a equipe para junto de você, mesmo que não seja o líder da área", aconselha Braga.

Desta maneira, segundo ele, mesmo que o departamento feche, o profissional será convidado a trabalhar em outra área, graças à sua disposição. "Se for um caso de perda de projetos ou de realinhamento de um processo, precisará se apresentar como alternativa para outras áreas, mas você deve estar preparado para elas", acrescenta.

Para se preparar para outra área, faça cursos, estude, converse com as pessoas e se interesse pelos negócios da empresa.

Os conflitos com colegas, fornecedores, clientes ou até mesmo com o chefe já fazem parte do seu dia-a-dia

"As empresas são formadas por pessoas. A compreensão e o respeito da diversidade é muito importante. Sempre temos que buscar harmonia nas relações interpessoais. É um excelente exercício para alcançar altas posições nas organizações", analisa Rodolfo Ohl.

Quanto aos conflitos com o líder, ele avalia que "o chefe é um dos principais clientes de um profissional". E explica: "É ele quem vai definir quais profissionais trabalharão com ele hoje e no futuro". Por isso, o profissional deve sempre buscar um excelente relacionamento com o seu chefe.

Nunca é tarde demais para buscar o bom relacionamento com os colegas de trabalho. Em caso de conflitos, converse com as pessoas (entre quatro paredes, nunca na frente dos demais!). Se for o caso, peça desculpas, chame-as para almoçar, compareça ao happy hour e seja prestativo no dia-a-dia. Demonstre que sabe trabalhar em equipe.

Entrou um novo diretor, que veio da concorrência, e ele provavelmente irá trazer sua equipe

O líder perde muito com a atitude, pois acaba demitindo pessoas que conhecem a cultura e o histórico da empresa, bem como perde a oportunidade de formar novos talentos. Em todo caso, acontece, e muito, porque as pessoas são inseguras e acham que não irão obter os resultados esperados sem velhos conhecidos ao seu lado, que funcionam como uma espécie de blindagem.

De qualquer maneira, na opinião do sócio-diretor do Grupo Bridge, nessas situações, os melhores ficam, já que a sua visibilidade não é só local, mas no mercado. Por isso, na chegada de um novo líder, tenha em mente que precisa ser um dos melhores, entregue resultados, desenvolva sua capacidade de visão sistêmica e agregue valor para outras áreas, atendendo bem seus clientes internos.

O profissional não recebe mais nenhum projeto... Pode ser que seu desempenho esteja abaixo do esperado

Pode ser que seu desempenho esteja abaixo do esperado. Para Gláucia Santos, é importante ter a percepção de que isso está acontecendo antes que a situação se agrave.

"Questione, mas não precisa cobrar participação de tudo. Se o líder disser que não passou o trabalho porque gostaria de alocar outras pessoas para agregar mais ao projeto, tudo bem. Agora, se ele disse que é porque vê que você já está muito atarefado, quando na verdade você não está, fique atento! Mostre que tem disponibilidade e interesse e peça um feedback, para clarear o que a empresa pensa de você", diz Gláucia.

De acordo com Rodolfo Ohl, os chefes, em muito casos, verbalizam sua insatisfação em relação ao desempenho do profissional, mas, caso seu chefe não faça isso, pergunte se há algo errado.

Para quem está ciente do baixo desempenho e deseja reverter o quadro, a sugestão é fazer uma lista de todos os projetos e atividades que realizou e os resultados alcançados. "Faça uma análise sincera do que pode ser melhorado, desenvolva um plano de ação e agende uma reunião com seu superior imediato para discuti-lo. Isso demonstra proatividade", diz Ohl.

Você é inovador, tem visão dos negócios, mas, na hora de falar inglês, deixa todo mundo decepcionado. Isso se chama falta de competência técnica

"Todo profissional deve avaliar como estão suas competências técnicas", alerta o diretor de Vendas e Operações do Monster Brasil. "O profissional deve lembrar que é responsável pela sua carreira e deve reservar tempo e dinheiro para investir em seu crescimento e desenvolvimento profissional", enfatiza ele.

Não entre em pânico!

 É comum, nas situações citadas, o profissional questionar se o trabalho dele é importante para a organização. O medo da demissão parece inevitável. "É importante pôr o pé no chão. Não é demitido apenas quem comete falhas, mas também quem não se destaca. Se a equipe não demonstra confiança, não compartilha informações e trabalho, algo pode estar errado", avisa Gláucia.

Por outro lado, é essencial fugir da paranóia. "Se sua equipe precisa de você, confia em você, e seu líder te dá feedback positivo, acredite mais em você", diz ela. A questão é que, segundo Gláucia, transparecer insegurança pode prejudicar a carreira, já que o profissional coloca em questão sua competência. "O medo da demissão será um reflexo do quanto o profissional confia em si", completa ela.
 
 http://www.administradores.com.br/noticias/

Postado por: Daílson Gemaque da Silva
 

Admin · 63 vistos · 1 comentário

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