será que é só para me divertir e aproveitar o máximo, devo curtir a vida e deixar que ela me leve? não!!! devo ser um cara preoculpado com o meu futuro e estudar para ter um bom emprego ter uma familia e é isso? Não estou deprimido, mas acho que esse pensamento já passou pela cabeça de muita gente... eu sou um cara que acredita na ação de Um Ser supremo, cada vez que passa na televisão aquelas imagens da natureza, do universo; não dá pra acreditar que é um mero acidente, mas é tudo uma questão de fé... hoje estou me perguntado, por que Deus me criou? o que Ele quer de mim? Será que Ele me deu a vida para me curtir o maximo que eu poder?! se eu pudesse escolher queria não poder escolher; eu sou controlado por meus impulsos, faço as minhas escolhas no momento, faço aquilo que meu corpo manda e muitas vezes me arrependo depois. Não consigo mudar isso, não queria nunca ter existido. Não nesse mundo, eu não sei o que fazer, preciso de Deus , na sua essencia , de sua presença, como na criação, onde o homem era imortal falava com seu Criador face a face, não existia pecado, não existia mistérios, por que? para que? todos nós sabemos quem somos, não somos macacos, somos a "boa" obra de Deus, e precisamos fazer o que Ele deseja, pois isso é ser justo, mas justiça não existi, o que existi é poder, distinção; no fim a justiça existirá, quero está do lado dela, Deus guarda a justiça para Si, somos seus filhos(pródigos), preciso voltar para casa do meu Pai, mas esqueci onde Ele mora!!! quantas sensações eu já senti, quantas coisas boas eu já vivi, e muitas coisas ruíns mas acho que não o suficiente, meu Pai ensina-me a te encontrar!!!
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será que é só para me divertir e aproveitar o máximo, devo curtir a vida e deixar que ela me leve? não!!! devo ser um cara preoculpado com o meu futuro e estudar para ter um bom emprego ter uma familia e é isso? Não estou deprimido, mas acho que esse pensamento já passou pela cabeça de muita gente... eu sou um cara que acredita na ação de Um Ser supremo, cada vez que passa na televisão aquelas imagens da natureza, do universo; não dá pra acreditar que é um mero acidente, mas é tudo uma questão de fé... hoje estou me perguntado, por que Deus me criou? o que Ele quer de mim? Será que Ele me deu a vida para me curtir o maximo que eu poder?! se eu pudesse escolher queria não poder escolher; eu sou controlado por meus impulsos, faço as minhas escolhas no momento, faço aquilo que meu corpo manda e muitas vezes me arrependo depois. Não consigo mudar isso, não queria nunca ter existido. Não nesse mundo, eu não sei o que fazer, preciso de Deus , na sua essencia , de sua presença, como na criação, onde o homem era imortal falava com seu Criador face a face, não existia pecado, não existia mistérios, por que? para que? todos nós sabemos quem somos, não somos macacos, somos a "boa" obra de Deus, e precisamos fazer o que Ele deseja, pois isso é ser justo, mas justiça não existi, o que existi é poder, distinção; no fim a justiça existirá, quero está do lado dela, Deus guarda a justiça para Si, somos seus filhos(pródigos), preciso voltar para casa do meu Pai, mas esqueci onde Ele mora!!! quantas sensações eu já senti, quantas coisas boas eu já vivi, e muitas coisas ruíns mas acho que não o suficiente, meu Pai ensina-me a te encontrar!!!
Pedro Marques, editor-assistente do IDG Now!
24-11-2008
Laurie Wurster, do Gartner, afirma que recessão mundial abre espaço para uso de aplicativos de código aberto nas empresas
A crise financeira que atinge a economia global pode ser "um catalisador para a adoção dos softwares de código aberto". Essa é a opinião de Laurie Wurster, pesquisadora de tecnologia e serviços do Gartner, e que recentemente concluiu um amplo estudo sobre a implementação dos softwares baseados em código aberto dentro das empresas de todo o mundo. No total, o levantamento ouviu 274 companhias distribuídas entre Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Rússia, Alemanha, China, Austrália e Índia.
Em entrevista exclusiva ao IDG Now!, a pesquisadora disse que o atual ambiente econômico exige que as empresas procurem maneiras de reduzir seus custos. E o software livre - que tem a premissa de custar nada ou muito pouco, principalmente quando comparado aos aplicativos "fechados" - é uma maneira eficiente de economizar.
Aliás, o estudo conduzido por Laurie mostra que as empresas já estão usando o código aberto, principalmente nos setores de infra-estrutura de tecnologia e para substituir sistemas operacionais. No caso, 63% das empresas consultadas disseram que estão usando sistemas operacionais abertos no lugar de sistemas fechados, principalmente o Windows. No segmento de softwares de infra-estrutura, essa porcentagem chega a 75%.
"A crise financeira acabou impulsionando a adoção do software de código aberto, assim com a bolha das empresas pontocom incentivou a adoção do Linux", disse a pesquisadora do Gartner. Segundo Laurie, "a primeira leva de adoção do código aberto começou quando a bolha de internet estourou".
Segundo ela, as corporações economizam mesmo quando precisam comprar tecnologias de código aberto. Como exemplo, ela cita o Red Hat Linux, que tem versões pagas e gratuitas. "Mesmo as versões mais sofisticadas do sistema custam mais barato [que o Windows]. No final, o custo total de propriedade acaba sendo menor", disse.
Laurie também rebateu o argumento de que é preciso ter profissionais altamente treinados - e que costumam cobrar mais caro por hora de trabalho - para adotar o software livre. "Com certeza (a adoção) não é gratuita... e algum treinamento é sempre necessário", afirmou. Ainda assim, ela acredita que "as companhias conseguem economizar bastante" com as aplicações livres.
Para Laurie, outros fatores além do econômico devem impulsionar a adoção do software livre nos próximos anos. "Muitos administradores de tecnologia se sentem desconfortáveis em ter toda sua estrutura na mão de apenas um fornecedor", disse. "Eles querem recuperar um pouco do controle", e os programas open source são um caminho para isso, no entendimento da pesquisadora.
Além da questão da independência, Laurie acredita que a entrada dos "Millenials" no mercado de trabalho ajudará a aumentar a utilização dos aplicativos abertos. "Esses jovens estão acostumados a trabalhar de uma maneira mais colaborativa, e o software livre permite esse tipo de abordagem."
Postado por: Daílson Gemaque da Silva
Vagner Jaime Rodrigues*O fato é que com tantas variáveis no mundo e a necessidade permanente de flexibilização por conta das repentinas mudanças econômicas que sempre existiram — e continuarão existindo —, tornou-se fundamental aos profissionais tomarem decisões rápidas e também terem capacidade de interagir bem com o público que o cerca. No segmento de outsourcing, essas atitudes são ainda mais preponderantes.
Uma prestadora de serviço deve ser capaz de tomar medidas favoráveis para uma empresa imediatamente após qualquer situação crítica, mesmo de origem externa – e muitas vezes provenientes de outros países, como esta agora. Equipes com esses atributos em prestadoras de serviço de outsourcing proporcionam facilidade de execução de ações imediatas em meio à turbulência inesperada.
O outsourcing irá ainda ser bastante decisivo às empresas na conquista de mercado. O capital humano fará a diferença da afirmação do segmento nesse novo contexto econômico internacional difícil e incerto. Os prestadores de serviço na área deverão investir no desenvolvimento desses profissionais para continuar acompanhando a expansão do País.
Atualmente, leis e regras no mercado para tornar as empresas mais transparentes e confiáveis surgiram. Elas têm e terão grande importância, neste momento, dentro das áreas financeiras e administrativas das organizações. E para os profissionais que conhecem tais medidas, a instabilidade econômica poderá ser menos tortuosa.
Vagner Jaime Rodrigues - Especialista em controladoria, gestão empresarial e gestão de outsourcing; sócio da Trevisan Outsourcing e professor da Trevisan Escola de Negócios (jaime@trevisan.com.br).
Postado por: Daniel Soares Maciel
SAP Brasil cresce 83,1% em receita de software no terceiro trimestre
A SAP Brasil, fornecedora de aplicações de negócios, encerra o terceiro trimestre do ano com resultados muito positivos, forçando sua estratégia local de crescimento. A companhia encontrou ótimas oportunidades de negócios no último período fiscal e, mais importante, ajudou seus clientes na consolidação de suas estratégias, fortalecimento de suas marcas e priorização dos investimentos em tecnologia que geram real valor agregado.
Os destaques do terceiro trimestre na SAP Brasil foram o crescimento de 50,1% nas vendas de software e serviços relacionados e de 83,1% nas vendas de software, em comparação ao mesmo período do ano passado. A oferta de aplicativos continuou forte para grandes empresas, com aumento de 84,9% em relação ao terceiro trimestre de 2007, e também para as pequenas e médias companhias, cujas vendas cresceram 79,3%.
As áreas de BPP (Plataforma de Processos de Negócios) e de Business Users são algumas linhas de negócios que vêm ganhando destaque entre os clientes. As vendas das soluções de BPP somaram crescimento de 19,6% de janeiro a setembro deste ano quando comparado com o mesmo período no ano passado. Já a área de Business Users, que abrange soluções de business intelligence, gestão de riscos, gerenciamento de desempenho, entre outras, cresceu 28,2% no terceiro trimestre quando comparado ao mesmo trimestre em 2007, atingindo o equivalente a 21% da receita total da SAP Brasil e comprovando o sucesso da integração SAP e Business Objects. Outro destaque é a migração de empresas da base instalada para a versão 6.0 do SAP ERP – desde o início do ano, mais de 100 clientes já finalizaram a atualização. O bom desempenho e os resultados obtidos nesse período fiscal reforçam as soluções SAP como as melhores alternativas para as empresas. “Os clientes SAP planejaram e prepararam sua estratégia de negócios com antecedência e hoje contam com uma plataforma de tecnologia pronta para atuar nos mais diversos cenários econômicos”, conta Alberto Ferreira, presidente da SAP Brasil. Com base nesse posicionamento e portfólio completos, a SAP Brasil mantém o equilíbrio nas vendas para grandes empresas, mas também para pequenas e médias, totalizando mais de 1.500 clientes no país. “O objetivo é sempre buscar o crescimento e conquistar novos clientes, sem esquecer nossa grande base instalada, que sempre tratou a SAP como parceira estratégica. Esse é um ativo que nunca iremos perder”, conclui Ferreira.
Fonte: TV1 Comunicação e Marketing
01/12/2008 |